domingo, 16 de outubro de 2011

Adeus Steve Jobs...

O mundo perdeu no dia 05/11/2011 um dos mais aclamados e comentados empreendedor que o mundo presenciou, poucos com certeza tiveram tamanha exaltação. Steve jobs foi repercutido mundialmente por pessoas atuantes em várias áreas do conhecimento humano. Negócios, economia, administração, tecnologia da informação etc.



Steve foi um dos gênios e empreendedores mais criativos da geração Y suas engenhocas e inovações mudaram a forma do trabalho e cotidiano de muitas pessoas. Revolucionou sem dúvida nenhuma vários segmentos de mercado como a música, telefonia, cinema , tecnologia da informação como também o marketing, administração, negócios. Tanta criatividade e pouco tempo para realizar muitas transformações, faleceu no auge de sua carreira.

Sua maneira irreverente de liderar e administrar fez muitas pessoas, profissionais liberais, executivos e escolas de negócios do mundo inteiro refletirem. Executivos e os demais repensaram sua maneira de atuar, conduzir, gerenciar e liderar já as escolas farão bom uso de um conjunto de lições e exemplos deixado por ele transmitindo aos seus alunos, os futuros líderes.

Onde poucos executivos trocariam seus supersalários para apostar nos seus resultados e que seus ganhos advenha desta aposta. Steve não só fez este feito mas teve a humildade e cabeça o suficiente para dar a volta por cima caiu e se levantou assumiu uma empresa a beira da falência tornou-a número um e ainda revolucionou novamente.

Steve reconstruiu vários mercados criou outro e reinventou a liderança nem mesmo a política nefasta e sem ética conseguiu impedir.

Os líderes atuais e os futuros terão a difícil missão de ter uma visāo holística da organização uma visão que vai da técnica passando pela gerencial chegando a empreendedora. Pois somente assim é possível inovar. A tecnologia em sua forma bruta para muitas organizações não é mais um diferencial, um mecanismo de competitividade. Muito além disso é necessário inovar não é atoa que boa parte das melhores escolas de negócios do mundo e consultores empresariais transmitem essa informação. E inovação só vem de pessoas.



O legado de ensinamentos deixado por ele podem ser encontrados em inúmeras palestras e post's deixado pela internet.

Eis aqui, abaixo, alguns dos quais selecionei:

Steve Jobs e o embelezamento do capitalismo

The ‘Howard Roark’ in Business

Steve Jobs was not god

A minha favorita de suas mensagens:

Clássica e lendária palestra:

Documentário do discovery channel legendado por Fábio Akita.


Apesar de seus problemas e defeitos, coisa que todo ser humano tem, sua genialidade ficará marcada ao lado de Thomas Edison, Alexander Graham Bell entre outros que evoluiram e melhoraram substancialmente a humanidade. Um autêntico Polymath.

terça-feira, 17 de agosto de 2010

O grande desafio das empresas.

Bom, antes de começar a escrever sobre o que veio a minha mente essa semana, gostaria de enfatizar onde tenho ficado bastante ocupado ultimamente. Tenho lido muito sobre economia e administração,inclusive fiz alguns cursos online, e como sou profissional do ramo de tecnologia tenho lido bastante sobre metodologias ágeis e assistido muitos vídeos pela Internet sobre o assunto.

Por muitos anos eu sempre defendi que o problema de não entregar software no prazo estava no contrato, processo e levantamento dos requisitos com o cliente, um problema de má definição e ou gestão.

Trabalhei em empresas de vários segmentos da economia, empresas do ramo de treinamento e educação, passando por empresas de alta tecnologia como segurança da informação, instituições financeiras e empresas de tecnologia as chamadas "fábricas de softwares" por incrível que pareça, se é que minha opinião tem influência, todas sempre apresentaram os mesmos problemas, nunca entregaram seus projetos nos prazos, custos não estimados corretamente, equipes descontentes e uma rotatividade inestimável.

Estou cada vez mais convencido de que tudo que experimentei até agora tem haver com a forma de como os gestores e empresários do ramo estão conduzindo seus negócios e gerenciando as pessoas como se fossem meros recursos substituíveis.
A grande surpresa é quando estava lendo esse belo artigo de martin fowler
me deparei com a frase "Um dos objetivos das metodologias tradicionais é desenvolver um processo onde as pessoas envolvidas são peças substituíveis." essa é uma premissa onde eu participei nos bastidores, e pude presenciar essa afirmação. Não somente por onde passei, mas tenho colegas que hoje vivem essa situação e outros que não compartilham da mesma realidade.

Tudo me leva a comentar que estamos vivendo uma era de mudanças ocasionadas pela volatilidade da informação, mudanças que estão exigindo das empresas e seus gestores uma boa reciclagem de seus conhecimentos sobre gestão, talvez a estratégia agora não seja mais somente os lucros e medição de marcos financeiros em balanços como na revolução industrial, provavelmente muitos de seus gestores estão precisando de um bom coach, como podem aumentar o ROI se a regra de quem são os ativos de verdade mudou completamente? agora esses ativos não são mais determinístico como cadeiras, mesas e computadores!.

Uma das melhores frases que gostei no meu twitter foi:
"Os cursos de MBA do nosso país formaram os líderes do século XX."
Acredito que estamos no século XXI, vivendo a era da informação e que uma das fortes tendências é "O aprendizado contínuo se torna imprescindível.".

Talvez o que ocorre hoje deve-se ao fato de a grande maioria dos gestores da alta direção das nossas empresas terem nascido no século passado e ainda contratarem profissionais que fizeram ou fazem esses cursos de MBA do século XX. A maldita acomodação.

Antes de tentar estimar tente entender seu principal ativo

segunda-feira, 11 de janeiro de 2010

Só com mudanças as empresas se salvam

As empresas que resistirem às inovações mercadológicas, servindo como casa de repouso para seus executivos acomodados, não sobreviverão ao atual estágio do mercado.

A hesitação demasiada de muitos empresários e executivos para efetuar modificações organizacionais inevitáveis, exigidas pela evolução competitiva, está provocando o fracasso de inúmeras empresas. Mesmo com as vendas em queda e perda de mercado muitos ainda persistem em continuar utilizando tecnologias obsoletas, sistemas administrativos ineficientes e equipe sem qualificação.

É crucial dar atenção aos fatores que, na última década, estão forçando as empresas a mudar seus procedimentos: a globalização da economia, as exigências de qualidade, concorrência, novos produtos, terceirização.

A globalização da economia passou a exigir maior capacidade competitiva de todas as empresas. O mercado das empresas é o mundo inteiro: de carros a computadores, todos são distribuídos mundialmente. Nenhuma empresa pode pensar seu modo de atuação regionalmente, pois de alguma forma será afetada pelas políticas mundiais de comércio. Se ela não conquistar novos mercados, os concorrentes virão para cá e tomarão seu espaço.

As exigências de qualidade também modificaram os comportamentos empresariais. Consumidores, empresas e indivíduos exigem de seus fornecedores qualidade dos produtos, e nas relações empresas-mercado comprometimento ecológico e social...
As negociações tornam-se mais difíceis, os clientes exigem preço e qualidade. Os compradores tornaram-se exigentes e impõem requisitos que apenas fornecedores organizados e competentes conseguem atender. Os demais fornecedores, que possuem um fraco sistema de marketing, estão decretando sua exclusão do mercado paulatinamente. Ou as empresas tornam-se competitivas ou fecham!

Administradores tiveram que modificar seu modo de pensar para adaptarem-se a essa nova realidade. A estrutura das organizações teve que ser modificado para que cada função ou departamento funcione como um elo de um sistema de desenvolvimento e distribuição de produtos e serviços. Cada departamento contribuindo para agregar valor ao produto final. A estrutura piramidal passou a não funcionar dentro desse esquema, sendo substituída por uma estrutura linear, ou matricial, composta por diversas unidades de serviço.

O trabalho em equipe passou a ser fundamental para o sucesso da organização e cada indivíduo passou a ver seu companheiro como um cliente. Cada profissional teve que buscar possuir uma visão generalista para entender a importância de sua função dentro da organização e do mercado.

As empresas que resistirem a essas inovações mercadológicas e às tecnológicas, servindo como casa de repouso onde se recebe um salário no final do mês para executivos acomodados, passou a não sobreviver neste cenário. E aquelas que ainda insistem em resistir, ganharam uma sobrevida apenas.

Ou mudam ou desaparecem.

Fonte
SANTANA, José. Só com mudanças as empresas se salvam. [S.l.: s.n].